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segunda-feira, 26 de agosto de 2024

#DicaInstax: Quer viajar de avião com filmes Instax? O que fazer?

 


Essa é uma dúvida muito comum entre Instax Lovers que querem levar suas câmeras e filmes em uma viagem de avião pela primeira vez (ou que esqueceram qual é o procedimento).

Como muitos sabem e a própria Fujifilm já informou em conteúdos na internet, os filmes para Instax em geral são produtos ISO 800 - isso quer dizer que dependendo do local em que vão passar, pode ocorrer alguns riscos de estragar seu produto, como máquinas de raio X nas áreas de segurança de aeroportos.

Claro, se você pesquisar em redes sociais, vai ter depoimentos de várias pessoas dizendo que passou os filmes no raio X e não aconteceu nada. Elas só deram sorte ou estão sendo "papagaio de pirata" (só repetindo o que outros falam). O PADRÃO é que os raios X podem estragar seus filmes - e como sabemos, filmes instax, independentemente do modelo, estão bem caros aqui no Brasil. Você não vai querer contar com a sorte, né? Então continua lendo esse post que vou te ensinar como levar seus filmes para sua viagem com toda a segurança, pedindo a chamada inspeção manual no aeroporto.

Como pedir a inspeção manual de seus filmes instax?!

01 - Quando você for arrumar suas malas para viajar, separe as caixas de filmes em sacos transparentes do tipo "ziploc".

02 - Pegue seus filmes instax que for levar para a viagem e identifique onde está escrito ISO 800.

03 - Abra todas as caixinhas que você for levar e deixe a embalagem prata com o filme (a capa de proteção) do lado de fora, junto com sua caixa.

ATENÇÃO PRA DICA EXTRA: Caso você for levar filmes de molduras diferentes, recomendo você escrever na embalagem prata com caneta para CD ou um adesivo qual moldura é daquela embalagem. No aeroporto, durante a inspeção manual, os agentes costumam verificar e colocar na embalagem de qualquer jeito, misturando tudo. Sem identificação, você só vai descobrir qual é a moldura do seu filme no momento que começar a usá-lo. Mas caso você leve apenas filmes de molduras iguais, só ignorar minha dica extra.

04 - Coloque filmes e caixas no saco "ziploc".





Já no aeroporto...

05 - Quando você estiver no aeroporto, pegue o saco dos filmes antes de chegar na área de revista de segurança (onde você vai colocar sua mala na esteira do raio-x e as demais coisas, incluindo os líquidos em saco ziploc também) e avise o agente de segurança que gostaria de uma inspeção manual pois está portando produtos com ISO 800. Pegue as caixas de seus filmes e mostre onde está escrito o ISO 800. O agente pegará uma bandeja e inspecionará com as mãos cada caixa e cada embalagem de filme, colocando na bandeja. 

O agente irá segurar a sua bandeja com os filmes para que você passe no Raio X. Estando tudo certo, ele vai te passar de volta o saco com seus filmes e você segue feliz da vida para o embarque de seu voo sabendo que não há risco de seus filmes estarem estragados.

Gostou das dicas? Siga elas e aproveite para fotografar muito em sua viagem.

Depois me fala no meu instagram se foi tudo tranquilo com você: É @jujubaluba

Me segue lá que posto as fotos que eu faço, além de outros conteúdos bem bacanas =)

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

#FelizAnoNovo e #FelizMiniEvoNoBrasil

 

Feliz 2024, pessoal!

Primeiro post do ano e já com uma baita novidade: Depois de muita gente pedindo na internet, a Fujifilm Brasil atendeu aos pedidos dos instaxlovers e lançaram FINALMENTE a Instax Mini Evo no Brasil nessa semana. Como eu já tenho a minha comigo - trouxe de fora, sou ansiosa 😅 - vou falar de toda a minha experiência usando ela nesse post, incluindo respostas de perguntas que fizeram para mim em meu instagram (@jujubaluba caso você que esteja lendo ainda não me siga).


A Instax Mini Evo é uma câmera instantânea híbrida 3 em 1 (ou seja, você pode fotografar com ela como uma câmera digital e imprimir as fotos que você mais gosta depois nos filmes Mini, da Instax. Além disso, através do aplicativo de celular próprio da câmera - disponível em Android e iOS - você pode usá-la como impressora e imprimir as fotos de seu celular diretamente nela).

Ela encanta por ser tecnológica e tem um visual retrô - que lembra algumas câmeras clássicas - e está disponível em duas cores: preta e marrom. A Mini Evo traz uma lente de vidro (é a única câmera instax com lente de vidro, que traz uma qualidade diferenciada em suas fotos), sensor CMOS de 1/5 polegada e resolução de 2560 x 1920 pixels, lente com abertura de f/2.0 e distância focal de 28 mm, foco automático com distância mínima de 10 cm, além de tela TFT LCD de 3 polegadas e armazenamento interno com possibilidade de expansão via cartões Micro SD. 

E qual o grande diferencial dessa câmera? 


O grande destaque da câmera, no entanto, é sua usabilidade: o dispositivo traz dois mecanismos pelos quais é possível escolher entre 10 efeitos de lente diferentes, incluindo dupla exposição, olho de peixe, espelho, foco suave e mais, e 10 efeitos de filme diferentes, como claro, azul, nítido e outros, gerando assim 100 combinações personalizáveis. Dá pra soltar a criatividade na hora de fotografar com a Mini Evo. 

Há ainda uma alavanca, similar às utilizadas em câmeras analógicas, que ativa a impressão de fotos na resolução de 1600 x 600 pixels ao ser puxada. A Instax Mini Evo é compatível com o filme Instax Mini já disponível no mercado, e se conecta a celulares com o app dedicado via Bluetooth, possibilitando seu uso como um controle remoto para capturas, a impressão de fotos tiradas com o smartphone em resolução de 800 x 600 pixels, ou mesmo o backup de imagens da câmera para o telefone.

Não é necessário o uso de baterias com a Mini Evo, ela carrega com cabo USB universal (a anterior a USB-C). Em alguns testes que fiz de eventos com ela, a bateria durou em média 02:30h - duas horas e meia direto. E NÃO, não é possível usar a câmera enquanto ela estiver carregando.

Minha câmera premium queridinha...


Tem muita coisa que eu adorei na Mini Evo, de verdade, que a fez se tornar a queridinha em minha coleção de câmeras Instax (até o presente momento, tenho 06 câmeras e 03 impressoras). Se tem alguns pontos que eu posso destacar que eu gostei nela, são:

- Soltar a criatividade nas fotos com as lentes e filtros
- A qualidade das imagens (não espere uma qualidade de fotografia profissional, não é essa a proposta dela. Entre câmeras automáticas, no "estilo cybershot dos anos 2000" eu acho a qualidade das fotos da Mini Evo excelente).
- O app dela é muito fácil de mexer e para edições bem simples das fotos de seu celular antes da impressão, o resultado fica muito bom. Mas uma diquinha da fotógrafa: analise bem a foto pra ver se ela realmente precisa de uma edição simples, que o app resolveria. Se for algo mais complexo, melhor usar apps como Photoshop ou Lightroom antes.
- É possível colocar nela LEDs para criar mais efeitos de luz e deixar suas fotos ainda melhores.

Um adendo: SIM, o preço dela é mais "salgado", apesar que eu mesma achei que seria maior do que é quando fosse lançada aqui no país. Na loja oficial da Fujifilm, está por R$1.399,00. Mas pensa em tudo o que ela oferece e eu citei aqui nesse post, especialmente de ela ser uma câmera híbrida 3 em 1. Sinceramente, o preço dela compensa e é um investimento que vale a pena.

terça-feira, 9 de maio de 2023

Instantaneamente impressionante: explorando a câmera Instax Mini 12

 Oi pessoal, tudo bem?

Vim contar pra vocês sobre a Instax Mini 12 e o evento que a Fujifilm fez para lançá-la aqui no Brasil. A marca me convidou para conhecer a nova câmera, a Instax Mini 12, durante o evento de lançamento na cafeteria WeCoffee, que fica na Avenida Paulista. Foi um evento muito lindo, onde eu reencontrei amigos que a paixão por fotografia instantânea me deu, conheci Instax Lovers incríveis e houve muita troca de experiências (além de um voucher pra provar as gostosuras da WeCoffee #TaurinaFeliz).

Imaginem minha cara ao receber esse email?!

SOBRE A INSTAX MINI 12

A câmera instantânea Instax Mini 12 vem pra intensificar ainda mais a paixão dos amantes de fotografia, especialmente quem gosta de fotografia analógica/instantânea em tempos digitais. Anunciada em março de 2023, o novo modelo da câmera colorida da Fujifilm vem com melhorias e destaques comparado à modelos anteriores da marca.

As cores da câmera são muito parecidas (pra não dizer iguais) às do modelo interior, a Mini 11, mas há grandes mudanças que me agradaram muito ao testar a câmera no evento, além de um design mais "fofinho" que agrada os olhos.

- Não há mais botão para acionar/ligar a câmera. Basta girar a lente no local indicado, o que fica mais intuitivo e traz uma sensação mais agradável, que lembra as lentes de câmeras profissionais, como as DSLR;

- Gire a lente e você também vai conseguir colocar no modo Close-Up, apropriado para fazer selfies e fazer fotos em uma distância menor. Antes, o usuário precisava puxar a lente especial de dentro do cilindro e, quase sempre, você tem que fazer força pra puxar.


- O Flash ficou mais inteligente. Se você nunca usou uma Instax Mini antes, saiba que ele não pode ser desligado. Por outro lado, sensores ajustam a luz automaticamente. Esse ajuste ficou melhor na Instax Mini 12, segundo a Fujifilm, e foi automatizado para otimizar as imagens tanto em ambientes muito claros quanto em muito escuros. 

- O erro de paralaxe foi consertado e esse detalhe foi celebrado pelos Instax Lovers. Pra quem não sabe o que estou falando, paralaxe é um deslocamento aparente de um objeto quando se muda o ponto de observação. Ou seja, em modelos anteriores da Mini 12, acontecia de você mirar pra fotografar algo ou alguém, e na hora que a foto saia, o "ser fotografado" não estava onde você mirou. Na Mini 12, isso foi resolvido e é algo celebrado pelos Instax Lovers.

AQUELAS DICAS BÁSICAS (E ÓBVIAS) PRA NOVATOS EM INSTAX

Muita gente que ver esse post é novato no mundo Instax, outros nem tanto. Então, resolvi dar umas dicas básicas (e outras óbvias), em tópicos, sobre a Instax Mini 12 e sobre a marca, no geral.

- Filme: Câmeras e impressoras INSTAX MINI usam filmes que esteja escrito INSTAX MINI (parece óbvio, mas tem gente que pergunta isso e ainda compra filme errado. Vi várias vezes na internet);

- A data que você vê nas caixinhas é o vencimento do filme. SIM, o filme tem prazo de vencimento (em média são 02 anos). Armazenando bem, de acordo com as regras da própria Fuji, é possível usar o filme após vencer, mas haverá consequências. Melhor usar o filme dentro do prazo de vencimento.

- PILHAS #01: As câmeras Instax Mini (como a Mini 12 e suas predecessoras Mini 11, Mini 9, etc...) usam duas pilhas AA para funcionar. E as pilhas tem que ser, OBRIGATORIAMENTE, alcalinas. Outros tipos não funcionam direito e podem até prejudicar o funcionamento da sua câmera.

- PILHAS #02: Se não for usar a câmera, retire as pilhas. Se as pilhas vazarem dentro da câmera, ela irá estragar e não tem como arrumar.

MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS DA INSTAX MINI 12


Eu tô apaixonada pela Mini 12! As melhorias que fizeram nela são muito significativas. Não corremos mais o risco de ficar com "cara de fantasma" na selfie, além de quem vai mexer com ela vai sentir maior facilidade. É uma câmera muito intuitiva, e vai ser ótima para quem quer ter sua primeira instax. Parabéns pelo lançamento, Fuji!

Confira abaixo o vídeo que fiz sobre o evento de lançamento

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Vamos falar da Instax Mini 11?

 Recentemente foi (finalmente) lançada aqui no Brasil a Instax Mini 11, novo lançamento da linha de câmeras instantâneas da Fujifilm que é um verdadeiro xodó de muitas pessoas ao redor do mundo. E eu convidei a maravilhosa @carolina_krol (que participou recentemente de uma live no instagram oficial da Instax Brasil) para falarmos juntas nesse post sobre a câmera e suas diferenças em relação a sua "irmã mais velha", a Instax Mini 9.


Instax Mini 11 x Instax Mini 9


A Instax Mini 9 foi lançada no mercado oficialmente em 2017 e é uma câmera instantânea (estilo "polaroid", que revela fotos na hora) semi automática. Ela é muito fácil de usar, pois possui sensor de luminosidade que indica o modo ideal. Mas mesmo com essa facilidade muita gente se perdia no processo e a foto não ficava com a luz ideal. 


Comparada com modelos anteriores lançados, um dos diferenciais da Mini 9 eram a lente close-up / selfie que vinha com a câmera e o espelho próximo a lente que facilita na hora de tirar uma selfie.

Falando da Mini 11...


A Instax Mini 11 vem com um design mais arredondado e cores pastéis, eu (Juliana) curti todas as cores. Muitas pessoas tem dificuldades de escolher a cor favorita de câmera. Mas fui da mesma opinião da Carol, a Lilás (Lilac Purple).

Testes nas palavras da Carol...


"Fiquei muita maravilhada com a evolução, logo na primeira foto vi uma diferença significativa de luminosidade e nitidez. Realmente a câmera cumpre a promessa da fabricante. 

O sensor de luminosidade e o flash são super potentes e trabalham muito bem em conjunto. 

 A lente close-up / selfie já vem acoplada na câmera (ou seja, não existe mais a necessidade daquela lente que tinha na Mini 9) e com uma ação simples está pronta para o uso. Além disso, as selfies saem com muito mais detalhes. 

Os acessórios da câmera são muito fofos e você pode personalizar deixando a Mini 11 sua cara: além da cordinha de segurança, ela vem com dois botões. Um deles é da cor da câmera e o outro brilha no escuro. 

Quanto a minha experiência com as fotos, como disse anteriormente, foram fotos lindas, claras, nítidas e cheia de detalhes. A exposição automática da mais segurança na hora dos cliques, e nos meus testes perdi apenas uma foto e foi por conta da distancia focal. Ou seja, a possibilidade de perder filmes diminuiu bastante. 

Quem ama fotografia instantânea sabe que a gente só aprende a fotografar na prática e nesse processo por conta da luz, acabamos perdendo algumas poses. Um dos testes que mais fiquei impressionada foi o da potência do flash. Apaguei todas as luzes e pedi para que minha esposa tirasse uma foto minha. Como eu já sabia que o flash era forte, cobri os olhos com as mãos para não prejudicar minha visão (sim é muito forte). O que eu não esperava era que a foto sairia perfeita mesmo a noite e com luzes apagadas. Mostrando mais uma vez que a câmera cumpre com o prometido. 

Muita gente me perguntou se eu tive alguma dificuldade, mas eu não tive nenhuma. A praticidade da câmera é maravilhosa, perfeita para quem quer comprar sua primeira Instax e nunca teve nenhum contato com a fotografia instantânea. 

Para quem trabalha com eventos a câmera também será perfeita, principalmente em eventos noturnos."

(Essa dica eu, Juliana, como fotógrafa de eventos, simplesmente amei pois realmente vai facilitar a vida nos eventos, principalmente em locais fechados e/ou com pouca luminosidade).

Vejam algumas das fotos feitas pela Carol com a Mini 11 - juro: não há nenhum tipo de edição nas imagens. Olhem que perfeição!







Outras dúvidas e curiosidades...

Muitas pessoas gostam de comprar bolsas ou cases de proteção para suas câmeras Instax. A case da Mini 9 serve na Mini 11? A resposta é NÃO! O design das duas câmeras são bem diferentes - como você pode ver na primeira imagem desse post. Segundo a própria Fuji, vem novidades por aí em relação à isso (case própria pra Mini 11? Kit com câmera e bolsa? Vamos aguardar).

Os filmes que se usam na câmera Instax Mini 11 (assim como suas antecessoras), assim como está no nome da linha, são os filmes Mini - assim como as câmeras Square/SQ usam os filmes Square e as câmeras Wide usam os filmes Wide.

Os filmes Mini tem uma variedade maior de modelos comparados com os outros modelos de filme aqui no Brasil. Além do tradicional (borda branca), existem o Black (borda preta), o Sky Blue (borda azul celeste), o Rainbow (cujas cores lembram o arco-íris em degradê) e os recém lançados Macaron (cores pastéis em degradê), Pink Lemonade (Rosa) e Comic (com desenhos em forma de quadrinhos). Claro que ao redor do mundo existem milhares de outros modelos de filmes, mas esses que citei são os que você encontra com maior facilidade em nosso país.

Assim que tiver mais novidades relacionadas à Mini 11, eu vou atualizar esse post.
Fiquem ligados! Pretendo fazer mais posts relacionados à Instax aqui no blog.

E Carol, Obrigada pela ajuda <3

domingo, 5 de agosto de 2018

A magia da fotografia instantânea: Descubra a Instax Mini 9

Oi pessoal, tudo bem??? 
Quem aqui ama fotografia e, assim como eu, teve fascinação pelas fotos instantâneas/polaroids?
Estou entrando nesse mundo através da Instax Mini 9, câmera instantânea da Fujifilm.
O post é sobre a câmera e minhas primeiras impressões usando ela. Com o passar do tempo, se eu me empolgar, pretendo fazer outros tipos de conteúdos sobre instax.


Instax Mini 9

Lançada oficialmente em 2017, a Instax Mini 9 é uma câmera instantânea da Fujifilm que que chama a atenção pelo design retrô e charmoso. Além de ser muito divertido revelar fotos na hora, o modelo poderia facilmente servir como um item de decoração na estante de casa.  

Seu design retrô e colorido chama a atenção. Além da Rosa Flamingo (que eu ganhei em um sorteio no instagram), as cores disponíveis aqui no Brasil são: verde limão, azul piscina, branco gelo e azul cobalto. Comparado com os modelos anteriores, a Mini 9 tem dois grandes diferenciais:o espelho frontal para facilitar a captura de selfies e um acessório (que acompanha o kit) para fazer fotografias no modo close-up de detalhes. 

O filme que vai nela é o "Instax Mini", cujos papéis são do tamanho de um cartão de crédito, aproximadamente (62 mm x 46 mm). O valor dos filmes depende da loja ou se é colorido, preto e branco, com desenhos nas bordas ou não. Em vários sites você encontra uma variedade.

Na parte de trás da câmera, há a entrada do cartucho do filme, o contador de fotos (que mostra quantos papéis restam para impressão) e o visor ótico. As duas pilhas AA entram na lateral do produto - atenção: use pilhas alcalinas na sua câmera, recomendação de melhor desempenho da própria Fuji.

É na parte da frente, porém, que fica a diferença visual em relação à geração anterior: um pequeno espelho para selfies. A mudança é muito bem-vinda e, durante os testes, foi possível enquadrar as fotos com mais facilidade ao visualizá-la previamente no recurso. Além disso, é nesse espaço que ficam localizados os sensores de flash e luz que ajustam a exposição do ambiente automaticamente. O botão do obturador e o "power" também estão posicionados na parte frontal da câmera.

Ela é uma graça e muito fácil de usar e transportar. Eu adorei a experiência de tirar fotos instantâneas em modo totalmente analógico (ou seja, sem visualizar em uma tela antes se a foto está boa ou não). Claro que precisa de prática para pegar o jeito e eu ainda estou treinando - se eu contar meus erros, é de assustar! kkkkkkk Mas fica para um outro post aqui no blog.

Antes de descobrir se a Instax cumpre com suas expectativas, é importante destacar que a principal proposta do produto não é capturar imagens excepcionais, como celulares premium fazem atualmente e sim fotografar como nos anos 90 ou antes mesmo, de forma totalmente analógica e os resultados saem na hora, totalmente impressos. Para quem está disposto a entrar nesse mundo, eu posso dizer que até o presente momento, é bem divertido.


ATUALIZAÇÃO 06/06/2019

Eu fiz um vídeo, que está em meu canal no youtube, mostrando o tempo de revelação de uma foto instax com a minha Mini 9 - em média, é de 02 minutos. Veja abaixo.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Resenha do Livro: A Mãe, A Filha e o Espírito da Santa - PJ Pereira



Oi pessoal, tudo certinho?
Ontem, dia 02, teve o lançamento oficial do mais novo livro do PJ Pereira - autor da trilogia Deuses de Dois Mundos - lá na Livraria Cultura da Avenida Paulista e eu já fiz vlog acima de como foi. E claro que vou fazer uma resenha sobre "A mãe, a filha e o espírito da santa" para vocês.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Show do Roupa Nova no Clube Atlético Juventus


Esse dia foi bem especial, pois eu simplesmente AMO Roupa Nova, cresci escutando eles e foi a primeira vez que os vi tocando ao vivo no Clube Juventus, aqui em São Paulo, durante a turnê do álbum "Todo Amor do Mundo". Curtam um pouco nesse vlog como foi o show.

sábado, 9 de abril de 2016

Relembrando: U2 360º Tour

Gente, não sei se vocês sabem...hoje (09 de abril de 2016) fazem exatos 05 anos da primeira vez que eu vi minha banda do coração, o U2, ao vivo aqui no Brasil durante a turnê 360º. Bateu uma saudade tão grande que resolvi relembrar - fazendo pequenas adaptações de tempo - o relato que fiz em um antigo blog meu que nem existe mais pra falar daquele dia tão especial.


Fim de Show...U2 saindo do palco. Foi a única foto que consegui tirar com os 04 juntos :P


09 de abril de 2011: Há 05 anos, bate uma nostalgia dentro de mim. Eu nem sonhava em ser fotógrafa nessa época (pra mim, fotografia era um hobby, uma diversão e não um início de carreira profissional, como agora), mas nesse dia, bateu uma inveja dos fotógrafos e da imprensa presente por um único motivo: era o show dos meus maiores ídolos e eu os veria pela primeira vez ao vivo: U2.

Mesmo assim, foi inesquecível. Como diz uma canção deles, “She’s gonna dream out loud”. E eu sonhei tanto em voz alta que realizei esse sonho, o maior da minha vida. E eu lembro de muitas coisas daquele dia como se fosse hoje.



Estava combinada num revezamento com algumas amigas que já se encontravam no Morumbi desde o dia 08 a noite, e eu só podia ir dps das 04 da manhã. Pois 04:40 da manhã eu estava no Metrô, numa viagem de 02 horas rumo ao estádio do Morumbi - eu moro literalmente do lado oposto da cidade e mal chegou o metrô por esses lados. Cheguei e encontrei as meninas as 06 da manhã (se não fosse o TCC da faculdade, eu teria ido acampar na porta do Morumbi).

Foi uma espera muito intensa, com várias situações inusitadas, engraçadas e cansativas. Mas quando abriram-se os portões do Morumbi, passei a revista…corri como nunca tinha corrido em toda a minha vida (apesar do cansaço). Eu já estava perdida das minhas amigas (pois na hora de passar o ingresso, a máquina de leitura do cara que tava comigo quebrou! aff) mas corri de toda a forma possível, num restinho de força que eu ainda tinha pra conseguir um bom lugar. Quando dei por mim, estava no INNER CIRCLE (Círculo Interno), um pouco mais pra lateral aonde ficaria o guitarrista The Edge e….NA GRADE!!!

Só sei que a espera até a hora de começar o show do U2 foi bem longa. Pra ser mais exata, os portões abriram as 15h….o show do Muse (Abertura) começaria só as 20h. E choveu, parou de chover…mil e uma coisas, mas aguentei alí, firme e forte e com um pensamento: Faltava algumas horas pra quebrar o jejum de 13 anos sem ver o U2 ao vivo…era o 1º show deles que veria na minha vida,ainda mais no mês do meu aniversário! Eu tava ali e precisava aguentar….só me permitiria passar mal depois que o show do U2 acabasse,lá pela meia noite. Além de curtir muito o show, eu queria registrar os momentos de qualquer maneira – mesmo com uma câmera automática da Samsung e meu celular touchscreen (eu tinha um Samsung Corby na época).








Mas as 21h e 40 minutos o relógio que fazia a contagem regressiva pro show do U2 se desmanchou na tela. E a 1ª música antes da entrada oficial da banda pro palco foi “Trem das Onze” do Adoniran Barbosa. Você já imaginou 90 mil pessoas cantando “Trem das Onze” no estádio do Morumbi? Em um show de rock? É, isso aconteceu e eu era uma dessas milhares de pessoas. Logo após, a música de “entrada” do U2: Space Oddity do David Bowie. É, nós havíamos embarcado na louca estação espacial dos meus amores irlandeses.

















Infelizmente a câmera que eu usava no dia não me ajudou 100% no quesito “tirar fotos decentes” e eu logo parti para os vídeos – sempre que dá saudades do show, eu os vejo. Tenho bastante fotos mandadas por amigas e que busquei na web também. Mas uma coisa não posso negar: foi O SHOW DA MINHA VIDA. Um presente e tanto de aniversário antecipado (já que eu faço aniversário no final de abril). Mas são situações que me traz muitas lembranças boas através das fotos e vídeos e por isso quis compartilhar com vocês...foi um sábado que nunca mais vai sair da minha memória.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Resenha: Deuses de Dois Mundos - O Livro da Morte



Eu terminei de ler recentemente (de novo) o último livro da saga “Deuses de Dois Mundos” do PJ Pereira, chamado O Livro da Morte. Já escrevi sobre os livros anteriores aqui no blog, e eu simplesmente achava que sabia o que esperar sobre o terceiro livro. Me enganei, pois se eu posso resumir o livro em uma palavra apenas, seria essa: SURPREENDENTE.

CUIDADO: Tem muitos spoilers nesse post. 
Não leia caso você não tenha lido o livro da morte. #DicaDeAmiga

Fazia muito tempo que livros de ficção e de literatura brasileira não me surpreendiam desse jeito. E o jeito que o PJ escreveu cada palavra dos três livros não me deixava parar de ler um capítulo sequer. Imaginem a minha cara quando o autor leu o prólogo do livro pra uma platéia lotada no dia 11 de maio de 2015, no teatro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional (São Paulo) antes da noite de autógrafos?! Como assim o começo do livro era o final da história? Como assim o Newton foi assassinado?

Eu olhava pras pessoas nas cadeiras ao lado e não conseguia disfarçar a minha surpresa. Mas logo me lembrei do remake daquela novela “O Rebu”, que tinha um personagem assassinado logo no primeiro capítulo e os seguintes foram contando como tudo chegou àquele ponto. Nisso eu acertei na mosca, só que com um detalhe: as conversas virtuais entre New e Laroiê (Exu) aconteciam agora em um blog – nos livros anteriores, era através de emails – ou seja, os posts estavam dos mais recentes pros mais antigos.



Enquanto isso, no Orum, os orixás homens e orixás mulheres ainda disputavam o controle do Destino, mas a história agora era contada pelo ponto de vista feminino. A gente descobre o verdadeiro papel de Exu na história, vê como é de fato a personalidade e as peculiaridades de cada orixá – alguns, inclusive, que eu não conhecia, como é o caso de Ewá – e as conversas entre Nanã e Oxalá, os dois orixás mais velhos do Orum, me fizeram lembrar de muitas pessoas conhecidas. “Vão ser brigões assim lá longe…”, pensava ao ler as conversas deles.

Mas o final, pra mim, que mais surpreendeu foi o de minha mãe Oxum. De princesinha mimada à mulher que tomou uma grande decisão que mudou o curso dessa guerra dos sexos no mundo dos encantados. Já no mundo moderno, confesso que não esperava a morte do Newton, mesmo achando esse personagem um tremendo filho da p***, mas adorei o final da pseudo-guia Pilar. O jeito daquela mulher me dava nojo! Quem dera que todos que usam da fé (independente da religião) pra abusar da boa vontade e do desespero das pessoas tivessem o mesmo fim dela.

Espero que não demore pro PJ escrever outras histórias. Já o admirava pelos trabalhos super reconhecidos no mercado da propaganda, agora o admiro ainda mais como escritor e como pessoa. Que o Deuses de Dois Mundos ajude a quebrar ainda mais todos os preconceitos contra as religiões afro-brasileiras e que abra um novo espaço pra mudanças boas na literatura brasileira.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Resenha: Deuses de Dois Mundos - O Livro da Traição



Lembram do post que fiz aqui no blog há alguns dias sobre o primeiro livro da saga “Deuses de Dois Mundos”? Esta é uma resenha do segundo livro da série. Depois de um tempo, terminei de ler o segundo livro da saga – “O Livro da Traição” – e queria contar sobre o que eu achei dele para vocês. Vamos lá? Mas só um aviso: não recomendo ler essa resenha se você não leu o livro, pode conter spoilers (fatos ou trechos do livro).

Como disse, esse é o segundo livro da série que, além de contar a continuação da história do Newton Fernandes, um jornalista que faz de tudo mesmo – sem nenhum limite ou escrúpulo – pra conseguir tudo o que mais deseja e da história de Orunmilá e seus guerreiros na missão de resgatar os 16 odus desaparecidos, para que o destino dos Orixás e dos homens não caiam em mãos erradas. Ambas as histórias se cruzam ainda mais nesse livro, ainda mais depois de uma traição nos dois lados da saga.

O livro te prende pelo modo em que o PJ conduz as duas histórias. Você não consegue parar de ler! Mas no caminho você não sabe se tem vontade de dar uns tabefes no New, se tem dó do velho babalaô, se diz “bem feito” pra Oxóssi e Xangô, se tem medo de Ogum ou se você se surpreende com as atitudes da então boba e ingênua Oxum retratados no livro. Pelo menos eu me senti assim, não sabia como eu reagiria se esses personagens do livro fossem reais e eu presenciasse as coisas que eles fazem (Acho que eu teria coragem de dar uma surra no New pra ele nunca mais esquecer…rs).

Só sei que fiquei com mais vontade de continuar lendo a saga,esperando agora o último volume, "O Livro da Morte". Mas recordando o que eu fiquei sabendo pelo próprio autor e na fila da noite de autógrafos do lançamento do “Livro da Traição” em maio de 2014, “Deuses de Dois Mundos” vai chegar à Hollywood!

A série teve seus direitos de adaptação para cinema, quadrinhos e TV vendidos e a produção parece que começa em 2016 ou 2017. Segundo o site Blah Cultural, quem comprou os direitos foi a The Alchemists, produtora dos seriados Smallville, Heroes e East Los High. A produção do filme no Brasil e nos EUA vai ser feita pela Disruption Entertainment, produtora de Supremacia Bourne (2004) e Círculo de Fogo (2013).

Que venha o livro da Morte!

terça-feira, 12 de maio de 2015

Resenha: Deuses de Dois Mundos - O Livro do Silêncio

Uma saga dentro da mitologia africana com toques brasileiros.



Fazia tempo que algo da literatura brasileira não me chamava tanto a atenção. Aliás, fazia tempo que nenhum tipo de literatura de ficção me chamava a atenção a ponto de eu correr atrás dos livros tradicionais – e antes que me perguntem, não, eu não sou adepta dos e-books porque eu tenho dor de cabeça forte ao ler textos muito longos na tela de computador / smartphone ou tablet.

Ouvi falar da saga “Deuses de Dois Mundos” por acaso nas redes sociais, em especial nas páginas de jornais especializados em propaganda. Afinal, o autor PJ Pereira é um dos maiores nomes da propaganda brasileira (se você não o conhece, pede a ajuda do tio Google aí!) – e confesso que quando li a resenha da saga (em especial, do primeiro livro chamado “O livro do Silêncio”) e o book trailer que está disponível no youtube, fiquei radiante em ler aquilo tudo.

Afinal, fiquei super curiosa em ler um romance baseado na mitologia africana e ainda por cima, escrito por uma pessoa que não tem uma ligação natural com a Umbanda ou o Candomblé – como é o caso do PJ (vejam entrevistas dele sobre o livro que vocês vão entender). Essa saga tem três livros: Livro do Silêncio (2013), Livro da Traição (2014) e o livro da Morte (2015). Vamos focar no primeiro livro da saga, pra início de conversa:



O Livro do Silêncio conta o início da saga de Newton Fernandes, um jornalista ambicioso que corre atrás do que quer e faz de tudo pra conseguir – coisas boas e nem tão boas assim. Ao mesmo tempo, em um outro mundo, Orunmilá, o maior adivinho de todos os tempos, perdeu o seu dom de ler os búzios. O Orum estava em silêncio… Isso porque as Iá Mi Oxorongá roubaram os Príncipes do Destino, dezesseis almas especiais que mostravam o futuro dos homens. Mas o que essas duas histórias tem em comum?

OBSERVAÇÃO: SE VOCÊ AINDA NÃO LEU O LIVRO, PARE DE LER ESSE POST AGORA POIS A PARTIR DESSE PONTO, TERÁ MUITOS SPOILERS DO LIVRO.

Quando você começa a ler o livro, nos primeiros capítulos, você não entende o que a busca de Orunmilá e de seus guerreiros e a história do jovem New tem em comum. Mas, ao continuar lendo, as conexões entre eles começam a aparecer. Não entrarei em detalhes sobre a história em si (porque não gosto de ler, muito menos escrever spoilers) mas ao ler cada palavra escrita pelo PJ, você vai se surpreender com essas conexões, a medida que elas surgem.

O que me surpreendeu na história também, no lado da história de Orum, é como cada Orixá é retratado: Eles são deuses com características fantásticas e características humanas: O silêncio de Orunmilá, a sensualidade e ciúmes de Oxum, a ansiedade e impulsividade de Exu, a elegância e sensualidade masculina de Xangô, a força de Ogum e a valentia de Iansã… Todos eles são levados para nós de forma única, como nunca imaginava ver em uma obra.

Independente de sua crença, a saga Deuses de Dois Mundos é um livro fascinante, que te prende. Sério, tinha dias que eu começava a ler e dificilmente parava, a não ser que realmente precisasse. E uma dica pra quem não acredita em religiões africanas: leiam e descubram que muitos preconceitos que as pessoas tem em relação à elas são baseadas em mentiras inventadas. Só digo uma coisa: vale muito a pena ler o livro do Silêncio.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Resenha: DVD Tecnomacumba (A Tempo e Ao Vivo)



Independente da crença religiosa de cada um, eu recomendo e muito esse DVD pois ele é a cara da cultura brasileira, a nossa cultura de raíz africana, que se formou no nordeste e está presente em todo o país há séculos. Mas, para entender o show e sua formação nesse DVD da cantora maranhense Rita Ribeiro (que trocou seu sobrenome artístico para “Beneditto”), eu preciso contar uma pequena história.

Em 2006, Rita lançou o inovador álbum “Tecnomacumba” (o termo criado pela própria cantora surgiu da mistura de músicas religiosas afro-brasileiras com ritmos eletrônicos). O álbum foi resultado de shows que viraram uma verdadeira intervenção cultural, que começou em 2002. O sucesso foi tão estrondoso, que o público pedia um registro ao vivo do show.



O CD e DVD “Tecnomacumba – A Tempo e Ao Vivo” foi lançado em 2009 e é uma parceria da Manaxica Produções, da Gravadora Biscoito Fino e do Canal Brasil (canal de TV pago). O projeto foi gravado em um grande show no Vivo Rio que contou com participação de Maria Bethânia e tem nos extras depoimentos de Alcione, Ney Matogrosso, Angela Leal e Jean Wyllys. O vídeo comemora seis anos de sucesso do projeto, que continua na estrada despertando curiosidade e trazendo cada vez mais pessoas aos shows.

Ao assistir o show, você se surpreende com a voz, o carisma e a presença de palco da cantora e, a banda que a acompanha, “Os Cavaleiros de Aruanda”, é um show a parte de talento e profissionalismo. Um DVD que agrada a todos: adeptos da Umbanda e do Candomblé, Apreciadores da boa música brasileira e para quem gosta de conhecer culturas diferentes, independente de sua religião. Uma ótima dica de DVD musical.

Faixas do DVD 

01 – Divino 
02 – Saudação 
03 – Moça Bonita/ Pontos De Pombagira 
04 – Domingo 23/ Pontos De Ogum 
05 – Cavaleiro De Aruanda/ Pontos De Oxossi 
06 – Babá Alapalá/ Pontos De Xangô 
07 – Xangô, O Vencedor/ Pontos De Xangô 
08 – Oração Ao Tempo/ Pontos De Tempo 
09 – Deusa Dos Orixás/ Pontos De Iansã 
10 – Iansã/ Pontos De Iansã 
11 – Rainha Do Mar/ Pontos De Iemanjá 
12 – É D´Oxum/ Pontos De Oxum 
13 – Coisa Da Antiga/ Pontos De Preto Velho 
14 – Cocada/ Pontos De Eres 
15 – Jurema 
16 – Tambor De Crioula 
17 – Canto Para Oxalá