22 de maio de 2016

#Resenha de #Filme: Star Wars - O Despertar da Força



Faz uns dias ("finalmente, Jujuba!" - conheço algumas pessoas que me diriam isso) que eu assisti ao sétimo filme dessa saga tão famosa e querida no mundo todo, Star Wars: O Despertar da Força, que é o primeiro filme após a venda dos direitos para a Disney pela Lucasfilm, em 2012. Eu gostava dos filmes anteriores, mas nunca me considerei uma fã de Star Wars, mas confesso que nos últimos meses - um relacionamento que tive teve uma grande influência nisso, pois o cara era muito fã da saga - eu tive uma curiosidade maior e fui atrás dos filmes anteriores pra me atualizar para não assistir a esse filme sem entender a história - recomendo isso pra quem quer assistir esse filme mas não viu ou viu e não lembra da história dos filmes anteriores, beleza?

SÓ PRA AVISAR: CONTÉM ALGUNS SPOILERS. SE VOCÊ NÃO VIU O FILME E PRETENDE VER, NÃO LEIA ESSE POST ATÉ O FINAL.
O filme é uma continuação após "O Retorno de Jedi" (1983), passam-se 35 anos desde o fim da batalha de Endor, quando a República voltou a ter o controle da galáxia, mas o surgimento da Primeira Ordem ameaça novamente a liberdade. Para combatê-los, foi criada uma resistência liderada pela General Leia, cuja missão primordial é encontrar Luke Skywalker, que, após falhar na tentativa de reconstruir a ordem dos Jedi, se isolou em um lugar desconhecido.  A partir daí vamos conhecendo os novos personagens do filme e revendo personagens clássicos, na sua "maturidade", mesmo sem saber de muitos detalhes nessa passagem de tempo entre o episódio VI e o episódio VII, pois o filme já começa com muita ação e sem muita enrolação.

Há algumas cenas e a função de alguns personagens que lembram momentos do primeiro filme da saga, "Uma nova esperança" lançado em 1977. E a sensação, ao assistir as primeiras cenas do filme - ainda mais pra mim, que dias antes fiquei assistindo aos filmes anteriores pra deixar tudo fresco na memória - é que não tinha nada óbvio no início da história de "O despertar da força". Mas detalhes novos, o retorno de personagens como a general Leia, Han Solo e outras características próprias da saga nessa mistura de nostalgia com novidade, além das cenas de ação e cenas meio absurdas (como o vilão Kylo Ren ter matado seu próprio pai, Han Solo, de maneira tão covarde) prendem a atenção dos espectadores em todo o filme.



Os atores novatos fizeram bonito no filme e a química entre eles pareceu ser muito boa e os efeitos especiais são de arrepiar. Um dos personagens que eu quero dar um destaque é o BB-8, o pequeno astromech dróid bolinha que cativou o coração de praticamente todos os fãs (eu quero um pra mim).

O Despertar da Força é um filme muito bom e mereceu todo o sucesso que fez, inclusive na pré-venda dos ingressos pra ver no cinema, no fim do ano passado, com tudo esgotado! Ele segue a linha de ser uma continuação da trilogia clássica da saga, mas tem uma força de filme próprio. Agora eu pretendo ficar de olho nos próximos filmes da saga que serão lançados pra assistir, como "Rogue One: Uma História Star Wars", que vai ser lançado no fim desse ano e o episódio VIII, que será lançado em 2017.

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