25 de agosto de 2015

BEDA #25: Missão Impossível - Nação Secreta (Resenha)


Domingo a tarde, sozinha em casa e sem nada pra fazer. Quando se pode pagar meia entrada (meu caso...rs), o que você faria? Eu fui pro cinema e vi o tão falado "Missão Impossível: Nação Secreta", o quinto filme da franquia com o Tom Cruise.
Não sou muito fã dos filmes da série Missão Impossível, mas o que me fez ir ao cinema e assistir - além do tédio de domingo - foi a tão falada cena do avião em que Cruise dispensou dublês para dar mais realismo. É realmente impressionante (pois esse realismo é visível). Impossível é não se arrepiar ao ver a cena.

Para quem gosta de filmes de ação em geral, o filme é uma ótima pedida por ter cenas de ação arrepiantes do início ao fim. Com ritmo frenético, MI5 traz o melhor do momento atual do ator, como vimos em Jack Reacher (2012) e no próprio MI4. Pra quem curte cinema de ação não tem erro, pois aqui temos de tudo: explosões, perseguições, tiroteios e muita pancadaria, tudo muito bem coreografado.

Dando sequência aos eventos do quarto capítulo, a trama coloca o agente Ethan Hunt em uma nova missão impossível para impedir que a organização secreta Sindicato acabe com a IMF. Assim que o protagonista descobre que ela de fato existe começa uma caçada de espionagem onde o espectador não tem certeza sobre quem é herói e vilão na trama, criando suspense e surpresas constantes, tudo com embalo da excelente trilha sonora da franquia. O elenco comandado pelo diretor Christopher McQuarrie traz de volta nomes como Jeremy Renner, Simon Pegg e Ving Rhames como velhos aliados de Ethan e ainda tem o reforço de iniciantes de peso na franquia: Rebecca Ferguson, Alec Baldwin e Sean Harris, sendo este último o maior vilão do filme. Todos os personagens tem seus momentos, mas a mais marcante sem dúvida é Ilsa Faust (Ferguson), que se prova muito mais do que mero interesse romântico de Hunt, fugindo de um clichê do gênero. A personagem é peça fundamental no enredo e conecta Hunt ao que ele conhece do Sindicato chefiado por Solomon Lane (Harris), que cria uma figura antagônica ameaçadora para a IMF.

E como falar sobre Missão: Impossível sem lembrar da trilha sonora criada por Danny Elfman que é marca registrada da franquia? Raramente vemos um tema clássico tão duradouro e isso é mais do que bem aproveitado. A música em MI5 tem papel fundamental para construção do suspense, fazendo as já ótimas sequências do longa ainda melhores. De forma surpreendente, uma das passagens mais marcantes acontece em uma ópera e realmente ouvimos o espetáculo enquanto a ação acontece por trás dos panos. A forma como o suspense se eleva com o trabalho sonoro é impressionante, como visto na cena onde Hunt precisa mergulhar e fica sem respirar por vários minutos para cumprir seu objetivo, sendo difícil não se incomodar (de maneira positiva) com a situação impossível do agente.

É um filme que vai empolgar quem é fã da franquia e que vai surpreender quem não conhece ou não é muito chegado nos filmes do Tom Cruise. E é uma ótima pedida pra assistir no cinema.

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