18 de junho de 2017

Vi e Amei: MULHER MARAVILHA



O filme na qual eu mais estava curiosa (apesar de não curtir tanto assim filmes de heróis) para ver no cinema e simplesmente AMEI em todos os sentidos é MULHER MARAVILHA. Vou contar aqui um pouquinho sobre o filme e sobre o que achei - lembrando que não sou resenhista, sou apenas uma pessoa que curte filmes e gosta de compartilhar sobre o que vi.

Diana (Gal Gadot) é filha de Hipólita (Connie Nielsen), a rainha das Amazonas e por mais que sua mãe não queira ver a filha sendo uma guerreira, a luta parece estar no sangue da princesa e para ajudar a se defender em uma possível guerra, sua tia - Antíope (Robin Wright) a ensina a treinar todos os dias. Quando sua mãe finalmente percebe que não consegue impedir Diana de ser a guerreira que nasceu para ser, apoia a filha e pede para a irmã treiná-la mais intensamente do que as demais amazonas.

Tudo parecia bem até que Steve Trevor (Chris Pine) aparece em sua ilha que supostamente deveria estar escondida. Junto com ele, os alemães também encontram Themyscira e uma batalha está armada. Pelo pouco tempo que Steve fica no lugar. Diana percebe que precisa acabar com a guerra, acreditando que tudo é culpa de Ares, o deus mitológico. Mesmo a contragosto de sua mãe, Diana parte com Steve não só para tentar acabar com a guerra, mas também, mesmo sem saber, para conhecer sua verdadeira origem.

O filme abordou detalhes que me agradaram bastante, a ponto de esquecer de comer no cinema durante a sessão (rsrsrs): a direção do longa, a protagonista carismática, poderosa e até mesmo engraçada em algumas cenas, devido a sua ingenuidade; A história veio pra combater o machismo existente nesse tipo de filme com um toque respeitoso que foi muito bom de ver também - nada de um lado oprimindo o outro; Cenas de ação que prendem a sua atenção 110% do tempo; Trilha sonora incrível e algumas cenas cômicas que realmente são engraçadas - principalmente em uma trama que não tem a comédia como "centro".

Além de acertar o tom, mesclando bem a parte cômica sem exageros, o longa também acerta na escolha Gal Gadot como protagonista. Dona de um carisma incrível, a atriz consegue mostrar bem uma heroína ingênua, mas não tola, poderosa, mas não soberba, teimosa, mas capaz de reconhecer seus próprios erros.

Todo o enredo baseado na origem da Mulher-Maravilha tem um tom sério, sem piadas tolas em momentos importantes, tudo bem realístico, mesmo com todo o tema mitológico que envolve Diana. Um salvador tentado a desacreditar na humanidade é bíblico e se tornou clichê ao longo dos anos, mas aqui temos uma salvadora, uma mulher, uma heroína que apesar de movida pela raiva e dor consegue enxergar que a humanidade pode ser mais do que um povo mesquinho e cruel e faz da paz sua bandeira de luta.

VALE MUITO A PENA ir ao cinema assistir e eu, se tiver a chance, vou no cinema ver de novo.

1 de maio de 2017

Resenha de livro: "A mãe, a filha e o espírito da santa" (PJ Pereira)

Meu povo e minha pova, tudo certo?! Lá vamos nós pra mais uma resenha de livro - que já teve vlog no canal do youtube (se você não viu, clica aqui meu) e é de um autor nacional que, particularmente, eu adoro: PJ Pereira. Sim, é o cara que além de um publicitário incrível, é autor de um dos maiores best-sellers nacionais dos últimos tempos: Deuses de dois mundos.

***ALERTA DE SPOILER - SE VOCÊ NÃO LEU O LIVRO E PRETENDE LER, RECOMENDO NÃO LER ESSE POST NO MOMENTO***

O livro "A mãe, a filha e o espírito da santa" (Editora Planeta, 2017), dividido em três atos, conta a trajetória de Pilar da Anunciação (que é a vilã da trilogia lançada por PJ anteriormente) e mostra como a menina nascida em Codó, interior do Maranhão, se torna a maior líder religiosa do Brasil e essa pessoa desprezível que vemos nos livros da saga DDDM, numa comparação...lembra como Anakin Skywalker torna-se Darth Vader na saga Star Wars. Você consegue entender todos os motivos que fizeram a personagem ser quem é, mas não deixa de odiá-la (pelo menos comigo, ao ler o livro, foi assim).




É a primeira vez que li uma biografia de um personagem na vida (nem sei se existe algo parecido na literatura em geral...se alguém souber e me dizer, coloca nos comentários desse post) e fiquei bem impressionada com os detalhes: o livro segue a mesma linguagem dos anteriores, tão envolvente que você simplesmente não consegue parar de ler até acabar.

Além de saber da história da personagem, você viaja pelas décadas no país (desde o nascimento de Pilar, nos anos 50, quando a menina foi anunciada pelos anjos como a "Nova Messias" - mas, a única diferença do nascimento de Pilar com a de Jesus, é que Pilar não nasceu de uma virgem e sim de um abuso triplo - passando por outras cidades, como Brasilia e São Paulo) e vê como, desde sempre, casos de abuso religiso - independente da religião - foram e ainda continuam frequentes. No bate-papo do lançamento do livro em São Paulo, pessoas presentes além do próprio autor contaram que foram vítimas de abusos religiosos, algo simplesmente espantoso para mim.

Mas esse livro é uma delícia de ler, daqueles que tem uma narrativa que te prende, pois você quer saber mais detalhes de cada um dos atos que levam a personagem a se tornar o que é. Tudo na obra é rico, a forma como ela é contada, os personagens, as relações. Nela nós vamos encontrar críticas religiosas, sociais, voltadas a questão racial, a questão de gênero, entre outras coisas, o preconceito. E você, no final, vai amar ou odiar a história e digo pra vocês: EU AMEI.


26 de abril de 2017

Campanha AME o Derick


Gente, gostaria de compartilhar uma história com vocês, de uma conhecida minha. Conheço a Eliane e sua família desde que ela estava grávida do pequeno Derick, essa fofura da foto. Quando nasceu, o Derick foi diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal (mais conhecida como "AME"). Segue abaixo a história da Eliane e do Derick, contada pela própria.

''Olá amigos e familiares! Estou aqui para falar da minha gestação e do meu filho Derick.
Tive uma gravidez complicada pois meu pequeno teve uma infecção causada por um vírus chamado parvovírus, esse vírus é muito agressivo e suas chances de sobrevivência era mínima, com o passar do tempo meu pequeno foi combatendo esse vírus e no final da gestação só aparecia um probleminha no coraçãozinho dele.

No dia 05 de Março o Derick nasceu, ao nascer não pude ver seu rostinho😔, ele nasceu sem respirar sozinho e sem movimentos, achávamos que era por conta do vírus mas depois de muitos exames descobriram que ele tem uma doença rara chamada Atrofia Muscular Espinhal - AME do tipo 1, que não tem nada haver com o vírus, ou seja dois casos raros em uma única criança 😔.

O Derick movimenta apenas os olhinhos e tem sua parte cerebral preservada, porem essa doença é progressiva e suas perspectivas de vida é de 2 a 3 anos, isso depende da evolução da doença, hoje ainda estamos na UTI Neo desde o seu nascimento e esperamos em breve ir de Home Care para casa.

Em dezembro de 2016 surgiu uma esperança para melhorar o quadro dessas crianças e prolongar suas vidas, porém o medicamento custa R$ 3 milhões de reais, iremos em breve fazer uma campanha para arrecadação desse valor e para ajudar no seu tratamento com especialistas e proporcionar ao Derick uma qualidade de vida melhor, esperamos poder contar com a ajuda de todos vocês com divulgação. Fica meu agradecimento desde já! Quero também agradecer a todos que tem orado por nós e que continue orando🙏 Obrigado!''.

O remédio em questão é o Spinraza, e eu achei um texto sobre o remédio no instagram de outra campanha. Sim, o remédio é caro, infelizmente, mas se a gente se unir, é possível ajudar:


Vamos ajudar esse pequeno guerreiro??? Segue os links das páginas nas redes sociais e da vakinha,além de dados de contas para doações. 


Conta - Banco Bradesco
Ag. 29894-0
C/P: 1008517-9
Derick Lucas Gomes Silva
CPF: 525.409.378-10

Conta - Caixa Econômica Federal
Ag. 0252
C/P: 013
Derick Lucas Gomes Silva
CPF: 525.409.378-10